Tudo sobre EaD: o que você precisa saber para estudar com segurança

No mundo inteiro, a necessidade de educar sempre foi, e continua sendo, um fato consumado. Por isso, a busca por meios que facilitem e universalizem essa carência humana é antiga. Aqui, nós vamos tratar de tudo sobre EaD, um dos métodos encontrados para alcançar esse objetivo: as informações imprescindíveis sobre essa modalidade, a evolução do aparato tecnológico e a importância desse formato de educação para a sociedade. E, mais do que falar sobre os meios de garantir um bom ensino, vamos dialogar também a respeito da urgência por qualificação e de que maneira a pós-graduação EaD é fundamental nesse cenário.

Antes de mais nada, precisamos fazer um lembrete, que até pode soar um pouco óbvio, mas não deixa de ser necessário. Hoje, nós costumamos associar muito a educação a distância com a internet. É uma ligação quase imediata. No entanto, a internet e os novos meios de comunicação não são nada mais do que uma consequência natural da evolução dos métodos utilizados de forma geral. A EaD, portanto, está inserida nesse contexto, não à parte dele. Basta darmos uma olhadinha na história.

Um pouco da história da EaD

Antigamente, não havia muitos meios para impulsionar a experiência de ensino-aprendizagem. Contudo, foi a EaD que trouxe uma importante evolução nesse aspecto, sendo uma das protagonistas nesses grandiosos passos para tornar esse processo mais universal. Estamos falando do registro mais remoto de EaD na história, em 1728, nos Estados Unidos, quando se registrou o primeiro curso por correspondência por meio do jornal Gazeta de Boston. Aqui no Brasil essa modalidade existe, pelo menos, desde 1904, também por correspondência, via Jornal do Brasil.

Com o advento do rádio, entre os anos 1910 e 1940, foi esse meio de comunicação que passou a intermediar a transmissão de conteúdos. Também neste período já começavam a ser usados slides e alguns materiais audiovisuais. Mas apenas na década de 1950, com o surgimento da televisão, o audiovisual ganhou força, primeiro com os telecursos. Depois, por volta de 1970, com auxílio do cabo e do satélite, que facilitaram todo o processo, pois não dependia-se mais de espaço na grade das TVs abertas para transmitir o curso: eles eram exibidos ao vivo nas salas de aula (satélite) ou dentro do grande espaço disponível nas programações a cabo. Nessa etapa, o apoio de materiais tradicionais, como apostilas, ainda era predominante.

Só em 1990 que a EaD começou a atuar no universo digital, não por coincidência, justamente no momento que esse recurso começava a ser utilizado em diversas outras áreas: das empresas, em seus processos internos, às casas. Como a internet só viria ganhar força na segunda metade da década, pelo menos no Brasil, as primeiras experiências eram com o uso de CD-ROM. Mais tarde, a rede mundial de computadores passou a reforçar a educação a distância, permitindo que ela saísse do universo dos cursos livres, do ensino fundamental e médio e passasse a transitar entre as possibilidades de graduação e pós-graduação.

Conseguiu perceber? As ferramentas utilizadas no processo educacional no mundo inteiro evoluíram junto às tecnologias disponíveis. No contexto da sala de aula presencial isso também pôde ser percebido. No entanto, na modalidade a distância essa evolução sempre se configurou como um elemento decisivo na qualidade do ensino. Isso explica o fato das inovações surgirem quase na mesma época em que novas mídias iam surgindo, impactando na qualidade e na oportunidade de acesso das pessoas e, principalmente, em oferecer a chance de que, inclusive, as especializações pudessem ser realizadas por este meio.

Tudo sobre EaD e a Educação 3.0

Antes de avançarmos mais nessa nossa visita à realidade educacional de hoje, precisamos voltar novamente no tempo para compreender os conceitos que falam sobre as mudanças na forma de educar. O primeiro deles é chamado de Educação 1.0, que retrata o período histórico em que a educação deixou de ser atribuição exclusiva das famílias para tornar-se uma atividade da escola. Contudo, os conteúdos lecionados tinham o objetivo único de ensinar os alunos a reproduzirem o que os seus pais já faziam. Assim, filhos de tecelões aprendiam a trabalhar na tecelaria, filhos de agricultores conheciam o manejo da terra e assim por diante. Além disso, incluíam-se nas aulas algumas lições de estudo bíblico.

Com a Revolução Industrial, no fim do século XVII, surgiu a Educação 2.0, baseada principalmente no individualismo: apesar de as turmas estarem dispostas em classes, trabalhos, provas e o esforço analítico eram feitos individualmente. O processo era principalmente centrado na repetição e decoração do conteúdo para memorização, com tarefas mecânicas, seguindo o modelo industrial da época.

A Educação 3.0 é mais que um novo momento nessa história. Ela é, principalmente, uma urgência na sociedade que ainda guarda resquícios da fórmula 2.0. Hoje, existe o anseio por uma mudança na concepção do que ensinar (mudança de conteúdo), como ensinar (mudança de metodologia), com o que ensinar (recursos didáticos, principalmente tecnológicos, para promover a educação) e o que desenvolver (novas habilidades).

A EaD, novamente, é uma modalidade que acompanha esse momento. Por princípio, esse modelo explora novos caminhos no “como ensinar” e “o que ensinar”. Na pós EaD, mais do que em qualquer outro momento educacional, as novas habilidades são estimuladas pela característica única da especialização.

Trata-se de uma resposta às mudanças do mercado de trabalho. Atualmente, com o crescimento de atividades econômicas que buscam novas formas de como fazer e o que fazer, resolvendo de novas maneiras problemas antigos e novos, a Educação 3.0, por meio da sua essência, trouxe essas oportunidades de promover o coletivo, a execução de multitarefas e o pensamento em conjunto.

A sintonia necessária com a realidade para escolher uma instituição EaD

Acabamos de ver que a EaD não é uma modalidade recente, que é um método de ensino conectado com o que de mais atual existe e que ela responde a anseios bastante presentes no mercado. Porém, principalmente quando se escolhe uma pós-graduação, não basta conhecer esses benefícios do modelo a distância para se sentir seguro sobre a qualidade do ensino que vai receber. É primordial saber se a instituição está conectada com o dinamismo das novas tecnologias e das necessidades mais urgentes.

E a Unesc está intimamente atenta a todos esses cenários. Por termos uma forte atuação na comunidade em que estamos inseridos, uma preocupação única com a qualidade da nossa proposta pedagógica, o cuidado de oferecer um ensino abrangente, humanizado, atual e completo, já fomos reconhecidos como a segunda melhor instituição de ensino superior do país, entre as não públicas. Além disso, somos a número um no quesito internacionalização entre as universidades privadas do Sul do Brasil, segundo o MEC.

Nosso intenso trabalho de pesquisa e extensão rendeu o primeiro lugar em pesquisa em Santa Catarina e o sexto no país, entre as universidades não públicas, conforme o Ranking Universitário Folha de S. Paulo.

Por isso, na hora de escolher a sua pós-graduação, conte com a gente! Nós temos a melhor estrutura para oferecer a você uma ótima experiência em sua especialização. Se restou alguma dúvida, entre em contato conosco ou deixe o seu comentário no espaço abaixo.